Militância anti - sionista em escala internacional: o alcance da Flotilha da Liberdade
Alder Júlio Ferreira Calado
Domingo próximo passado, dia 10/05, após 9 dias de prisão e torturas sofridas nas masmorras do Sionismo em Israel foram libertados Thiago Ávila e Saif Abu Keshek. Ambos foram presos pelas forças repressoras de Israel por integrarem a tripulação de uma cinquentena de embarcações que formam a Flotilha da Liberdade com cerca de duzentos integrantes, mais uma vez empenhados em transportar víveres e medicamentos como doação ao Povo Palestino. Trata - se de uma militância que podemos chamar de não violência ativa.
Em mais uma edição, a gloriosa Flotilha da Liberdade retoma sua ação revolucionária molecular, testemunhando, ao mesmo tempo, sua profunda solidariedade ao Povo Palestino e seu incessante combate ao Estado genocida de Israel. No final do mês passado, acompanhamos mais uma investida de solidariedade às vítimas Palestinas do genocídio cometido pela tirania sionista com a extrema cumprincidade do Governo do Estados Unidos. Reunindo várias dezenas de militantes internacionalistas, procedentes de diversos países, cujo objetivo tem sido o de coletar e transportar uma boa quantidade de mantimentos e medicamentos para o sofrido Povo de Gaza, como um gesto de solidariedade internacionalista.
Importa ter sempre presentes os principais traços desta iniciativa revolucionária molecular. Um primeiro elemento a sublinhar: o efetivo gesto de solidariedade internacionalista ao Povo Palestino, vítima a mais de 8 décadas, do genocídio sionista agravado nos últimos anos, com a cumpricidade das potências imperialistas. Outro traço a merecer destaque é o rompimento do silenciamento e da passividade com que o mundo “civilizado” assiste a este genocídio, a infelicitar milhões de Palestinos, seja pelo assassinatos de mais de 70 mil pessoas, parte expressiva de crianças e mulheres, além de centenas de milhares de feridos, de inúmeras destruições de Hospitais, de Escolas, de Universidades, do extremo racionamento de água e de comida… tudo isto é quase silenciado pela mídia hegemônica.
Enquanto isto, os canais de televisão e de rádio, além de grande parte das redes digitais, continuam sendo meras correias de transmissão das informações repassadas pelo Sionismo. Contamos, felizmente, com a cobertura de canais e blogs alternativos, a exemplo de “Opera Mundi”, “Brasil de Fato”, “ICL”, “Farol Brasil”, “Brasil 247”, além de figuras perseguidas pelo Sionismo, a exemplo de Breno Altman.
Cuidamos de reconhecer, de público, a relevância de iniciativas como a da Flotilha da Liberdade, inclusive da densa contribuição de integrantes brasileiros, como Thiago Ávila, a quem felicitamos pela tão fecunda e corajosa militância.
João Pessoa, 14 de Maio de 2026
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