quarta-feira, 17 de junho de 2026

Barbaridades do Império Americano - Sionista: novo caso de violência contra a Flotilha da Liberdade e outras atrocidades



Alder Júlio Ferreira Calado 


As potências ocidentais, quando não cúmplises diretamente das barbáries praticadas pelo Império Americano Sionista, mantêm um silêncio ensurdecedor sobre as atrocidades em série praticadas contra a humanidade. O Estado-pirata de Israel em conluio com Governo dos Estados Unidos, continua protagonizando todo tipo de atrocidades, não apenas contro o Povo Palestino, mas também contra outros povos do Oriente Médio. Sem o apoio financeiro e militar dos Estados Unidos, o Estado Sionista de Israel não poderia perpetrar a incessante série de crimes impunes que vem praticando, não apenas contra o martirizado Povo Palestino, já há décadas, mas também contra outros povos do Oriente Medio. Com efeito, contra as mais elementares leis do direito internacional o Governo de Israel segue cometendo barbaridades contra o Líbano, contra a Síria, contra o Iraque, contra o Irã, e outros povos. 


O propósito central das linhas que seguem, é o de denunciar algumas das múltiplas e crescentes atrocidades do Império americano-sionista, “a fortiori” durante o Governo Trump, em íntima aliança com o aterrador Governo sionista de Israel.  Uma primeira denúncia expressamos contra as seguidas atrocidades cometidas pelo Governo genocida de Israel contra a ação de solidariedade prestada aos Palestinos pela Flotilha da Liberdade, uma organização pacífica formada por militantes internacionalistas, que há mais de uma década recolhem víveres e medicamentos transportando-os em embarcações, em solidariedade ao Povo Palestino. Os militantes da Flotilha da Liberdade continuam sofrendo toda sorte de violência e obstruções nas embarcações da Flotilha em águas internacionais; prisões ilegais de seus tripulantes, sequestros, torturas, abusos sexuais, difamação de forma reiterada, e ao arrepio do Direito Internacional.


A este respeito, cumpre trazer à tona diversas repercussões que circularam pela imprensa alternativa, à exemplo de “Brasil de Fato”. Em uma de suas reportagens, noticia que “mais de 20 barcos da flotilha civil - que transportavam mantimentos e ajuda humanitária com destino à Faixa de Gaza - foram tomados de assalto”. Foram aprisionadas de 175 a 211 ativistas, jornalistas e tripulantes de várias nacionalidades, incluindo quatro brasileiros. Há relatos sobre as condições de sequestros, onde foram encontrados severos hematomas nos braços e costas, vários deles foram, ainda, obrigados a ficarem horas e horas ajoelhados com as mãos amarradas. Consta, segundo testemunhas, que, ativistas não-europeus sofreram violências ainda maiores. Membros da organização relataram que uma das embarcações foi convertida em uma prisão flutuante com o uso de contêineres e arame farpado. Dezenas de denúncias foram formalizadas por tripulantes de diferentes nacionalidades, relatando casos de abusos psicológicos, revistas íntimas abusivas e agressões sexuais graves ocorridas a bordo. O governo do Brasil, junto a outros 11 países, assinou uma declaração conjunta classificando o tratamento aos ativistas como "degradante e humilhante", além de apontar a operação no Mediterrâneo como uma violação do direito internacional. Países da União Europeia passaram a discutir sanções diplomáticas contra autoridades de Israel envolvidas na custódia.


As forças militares de Israel interceptaram embarcações da missão humanitária Global Sumud Flotilla no final de abril de 2026, resultando em fortes denúncias de espancamento, tortura e agressão física e sexual contra dezenas de tripulantes e ativistas. O episódio gerou intensa repercussão internacional e forte crise diplomática. Da edição precedente da Flotilha, também participaram alguns brasileiros, dentre os quais se tem destacado a figura de Thiago Ávila, que já se tornou um alvo predileto das atrocidades do Governo genocida de Israel. Thiago e outras vítimas têm amargado em sua pele as atrocidades do Governo israelense, não apenas contra não-palestinos, mas também as extremas violações de quem são vítimas centenas de Palestinos - sobretudo jovens - das barbáries cometidas nas masmorras israelenses. 


Sobretudo desde o início do Governo Trump, os povos amargam sucessivas atrocidades perpetradas, em escala mundial, pelo Império Americano-Sionista. Das sucessivas e graves violações sofridas pelos povos do mundo inteiro, pela sanha assassina do Império Americano-Sionista, além do caso acima descrito relativamente a Flotilha da Liberdade, limitamo-nos a rememorar apenas algumas destas incursões imperiais: 

  • Ameaças reiteradas contra a soberania até de países aliados (Canadá, Groenlândia, Panamá…)

  • A insana estratégia do tarifaço, iniciativa perversa que deixaria ruborizados os piratas mais violentos de outros tempos;

  • As investidas Sionistas-Imperiais contra o Irã e seus aliados;

  • O sequestro escandaloso feito pelas forças imperiais norte-americanas contra o presidente venezuelano;

  • Os bombardeios assassinos - que seguem escandalosamente impunes - cometidos pelo Governo dos EUA contra dezenas de embarcações, no caribe, dos quais já resultaram centenas de morte;

  • A crescente interferência do Governo dos EUA em diversos países latino-americanos: Venezuela, Argentina, Colômbia, Paraguai, Chile, Peru, entre outros;

  • Desastrada política econômica interna aos EUA, que tem agravado, mais e mais, a situação econômica do próprio País;

  • Por último, mas não menos importante, a perversidade do bloqueio norte-americano contra o Povo Cubano, feito há mais de 60 anos, agora agravado por sucessivas ameaças contra a Ilha, que tem contado com a solidariedade de tantos povos, em escala mundial.


Ainda que tenhamos nos limitado a exemplificar apenas uma pequena parte das atrocidades cometidas pelo Império Americanos-Sionista, insistimos na relevancia e na urgencia de nossa posição de resistencia. 


João Pessoa, 17 de junho de 2026


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