sábado, 3 de outubro de 2026

Mil razões para não votar na direita.

Mil razões para não votar na direita.


Alder Júlio Ferreira Calado


À exceção dos ricos e mantenedores da ordem burguesa, falecem razões convincentes, a 95% do Povo, para votar na Direita, principalmente nesta conjuntura de profunda e crescente ameaça, de ascenso e expansão da barbárie nazi-fascista, promovida pelo império americano-sionista, estendendo-se pela América Latina e pelo Brasil. Trata-se de um escândalo completamente fora de qualquer entendimento escolher-se a morte, em vez da vida; a violência, a mentira e a hipocrisia, em vez de caminhos apontando para o processo de humanização, em vez da desumanização.


Com efeito, à exceção dos principais segmentos da classe dominante - os grandes proprietários das Big Techs, os controladores da indústria bélica, das empresas petroleiras, dos grandes laboratórios farmacêuticos, os banqueiros, o agronegócio, os proprietários dos grandes meios de comunicação, entre outros - todos conluiados com o império americano-sionista -, foge ao nosso entendimento qualquer escolha da parte da enorme maioria da sociedade por candidatos e candidatas representantes, direta ou indiretamente, de tais segmentos. Resulta ainda mais grave quando eleitores e eleitoras se confessam cristãos. O que tem a ver a proposta de Jesus de Nazaré com essas forças malignas, ameaçadoras da vida no planeta, dos humanos e dos demais viventes?


Torna-se um escândalo a facilidade com que milhões de cidadãs e cidadãos, integrantes dos setores mais sofridos de nossa sociedade, decidem pelo voto em figuras completamente descomprometidas, em seu agir, com a sorte dos humanos e do planeta. Mesmo sabendo a enorme influência que a mídia hegemônica - televisão, rádio, jornal, redes digitais - seguem exercendo diariamente sobre milhões e milhões de cidadãos e cidadãs vítimas desta estrutura perversa. Entendemos que ainda temos que esperançar, a partir do nosso compromisso continuado de conscientização das vítimas desse sistema. Ainda é hora de pôr mãos à obra, buscando fazer a nossa parte.


João Pessoa, 03 de outubro de 2026.